Habacuque 3:2 Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.
sábado, 13 de novembro de 2010
PALAVRA DE AUTORIDADE
Jesus Cristo, durante todo o seu ministério, usou palavras de autoridade. Autoridade sobre todas as coisas, sobre os fenômenos naturais, sobre as criaturas, sobre os demônios, enfim, suas palavras eram palavras de autoridade. O crente em Cristo Jesus também tem essa autoridade, outorgada pelo Espírito Santo em seu coração; este é o selo da autoridade divina nos seus servos. Conheço o trabalho de algumas casas de recuperação, e sei que eles, como servos de Cristo, tem que usar dessa autoridade para libertar os cativos dos vícios, não por força nem por violência é claro, mas pelo poder do Espírito. Tenho um amigo, servo de Deus, que tem que usar essa mesma autoridade, de forma mais austera ainda, pois ele é carcereiro em uma cadeia pública. Os demônios sabem disso, e tentam prevalecer sobre os servos de Deus, mas não conseguem, nem nunca conseguirão. Certa vez um homem que tinha um espírito imundo ao avistar Jesus, bradou em alta voz: Que temos nós contigo? Vieste destruir-nos? Bem sei quem tu és: O Santo de Deus. E Jesus o repreendeu dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele sem lhe fazer mal. (Lucas 4,35). E o povo ao ver tal coisa espantou-se e diziam entre si: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos manda com autoridade e poder e eles saem? (Lucas 4,36). Exerça sua autoridade meu irmão, minha irmã; em nome de Jesus, expulsemos os demônios que estão sempre, buscando brechas em nossas vidas para nos derrubar, derrubar nossos ministérios, nossos filhos, enfim, tudo o oque nos foi dado pelo Nosso Senhor. Lembremos sempre: As palavras que nos foram dadas são palavras de autoridade, em nome de Jesus, amém.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Não podemos parar.
Temos vivido tempos de estagnação espiritual. Muitos são chamados, mas poucos os escolhidos, já diz a Bíblia, mas esses poucos, tem se tornado tão poucos, que estão quase que sendo sufocados pela maioria descompromissada com a Obra do Senhor. Estou certo que isso é para que se cumpra a profecia de Mateus 24,12: E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Notem bem amados, Jesus disse que o amor esfriará, mas não se extinguirá, como temos visto nestes dias, infelizmente, no meio do povo de Deus. Mas eu louvo a Deus, pois ainda há um povo que se chama d'Ele, um povo que não se rende aos modismos, ao esfriamento, à acomodação espiritual, nem tampouco à falta de compromisso com a Obra do Senhor, obra essa, que ninguém pode parar, mas também, não podemos fazê-la de qualquer maneira, vejamos o que diz Jeremias 48,10a: Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente! Estamos mui próximos do Dia do Senhor, entretanto, ao invés de nós mergulharmos mais e mais nas profundezas do Espírito, temos ficado na superficialidade, e não é isso que o Senhor quer de nós. vamos unir nossas forças em oração, para juntos, vencermos essa batalha, e recebermos do Senhor a Coroa da vida. Pense nisso. Soli Deo Gloria.
sábado, 30 de outubro de 2010
JESUS O PÃO DA VIDA
João Batista, fala de Jesus Cristo como o Pão da Vida. Fala sobre a luz, luz que é identificada com a vida que Deus compartilha: é o contrário das trevas. Existência sem Deus que equivale à morte eterna. A luz não pode ser vencida pelo mal, nunca.
João o batizador, não o evangelista, foi quem primeiro apontou Jesus aos homens como luz e foi através da fé desses homens que outros vieram a crer n'Ele. (João 5,35). Não há salvação das trevas fora d'Ele (Atos 4: 12). João Batista registra a seguinte declaração que Jesus faz sobre si mesmo: E Jesus disse: Eu sou o pão da vida; aquele quem vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. (João 6,35). Jesus sabia que todas as pessoas têm pelo menos duas necessidades básicas. A primeira, de ordem física, é do pão material, ou seja do alimento de cada dia. A segunda e mais importante necessidade das pessoas é de pão espiritual que satisfaça plenamente. Por saber disso, Jesus se autodenominou como pão da vida, e acrescentou: “Aquele que vem a mim não terá fome”. A fome mencionada é uma necessidade profunda de algo que satisfaça as almas. Muitos procuram tal satisfação no uso das drogas, na violência, na imoralidade, em religiões enganadoras, etc. Mas, nada satisfaz suas vidas, pois o único alimento capaz de saciar a fome espiritual é o pão da vida partilhado por Jesus. O alimento de ordem física, material muitas vezes perece, muitas das vezes estragamos boas quantidades de alimento, compramos muito, conservamos mal e em determinadas situações ele porá até vir a faltar. Mas sabemos são coisas passageiras, pois até o alimento material, nos é cedido pelo Senhor da Glória.
Nosso Senhor Jesus Cristo está sempre a lhe convidar para “vir” a Ele e receber o alimento para sua alma. O alimento espiritual que Jesus lhe oferece nunca acabará e você nunca mais terá fome espiritual. Portanto ouça e atenda à palavra de Jesus: “Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome”. Observem os irmãos que precisamos chegar a Cristo e para isto devemos obediência, como: Vindo a Ele pela fé, vendo e reconhecendo quem Ele é, e assim, obtermos o que de melhor Ele tem para nos dar: A Salvação Eterna. Soli Deo Gloria.
João o batizador, não o evangelista, foi quem primeiro apontou Jesus aos homens como luz e foi através da fé desses homens que outros vieram a crer n'Ele. (João 5,35). Não há salvação das trevas fora d'Ele (Atos 4: 12). João Batista registra a seguinte declaração que Jesus faz sobre si mesmo: E Jesus disse: Eu sou o pão da vida; aquele quem vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. (João 6,35). Jesus sabia que todas as pessoas têm pelo menos duas necessidades básicas. A primeira, de ordem física, é do pão material, ou seja do alimento de cada dia. A segunda e mais importante necessidade das pessoas é de pão espiritual que satisfaça plenamente. Por saber disso, Jesus se autodenominou como pão da vida, e acrescentou: “Aquele que vem a mim não terá fome”. A fome mencionada é uma necessidade profunda de algo que satisfaça as almas. Muitos procuram tal satisfação no uso das drogas, na violência, na imoralidade, em religiões enganadoras, etc. Mas, nada satisfaz suas vidas, pois o único alimento capaz de saciar a fome espiritual é o pão da vida partilhado por Jesus. O alimento de ordem física, material muitas vezes perece, muitas das vezes estragamos boas quantidades de alimento, compramos muito, conservamos mal e em determinadas situações ele porá até vir a faltar. Mas sabemos são coisas passageiras, pois até o alimento material, nos é cedido pelo Senhor da Glória.
Nosso Senhor Jesus Cristo está sempre a lhe convidar para “vir” a Ele e receber o alimento para sua alma. O alimento espiritual que Jesus lhe oferece nunca acabará e você nunca mais terá fome espiritual. Portanto ouça e atenda à palavra de Jesus: “Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome”. Observem os irmãos que precisamos chegar a Cristo e para isto devemos obediência, como: Vindo a Ele pela fé, vendo e reconhecendo quem Ele é, e assim, obtermos o que de melhor Ele tem para nos dar: A Salvação Eterna. Soli Deo Gloria.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
O Medo cega
Assim diz a Palavra de Deus: Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um, lugar deserto, à parte; e quando as multidões o souberam, seguiram-no a pé desde as cidades. E ele, ao desembarcar, viu uma grande multidão; e, compadecendo-se dela, curou os seus enfermos. Chegada a tarde, aproximaram-se dele os discípulos, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer. Jesus, porém, lhes disse: Não precisam ir embora; dai-lhes vós de comer. Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. E ele disse: trazei-mos aqui. Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões. Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram levantaram doze cestos cheios. Ora, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças. Mateus 14.13,21.
Ao começarmos a ler este texto bíblico, algo de curioso nos vem à mente: Por que Jesus pegaria um barco e se retirara para um lugar deserto, imediatamente após a decapitação de João Batista? Teria ficado o Mestre temeroso com o que ocorrera? Claro que não. Ele retirou-se da Galiléia, não por temer a Herodes, mas sim, para evitar um conflito prematuro entre ambos, haja vista, Herodes já sabia da fama de Jesus. Além do mais, Sua morte ocorreria segundo a vontade e o plano de Deus, não pela vontade de um simples mortal. O medo, ao qual quero me referir, é no tocante aos discípulos de Jesus.
Não foi exatamente isso que estava ocorrendo aos discípulos? Além de outras coisas um tanto quanto asquerosas também, tais como: falsidade, desamor, perda do foco, incredulidade. Quando confiamos inteiramente no Senhor, falamos que Ele é o nosso pastor, e nada nos faltará, não podemos fazê-lo só de boca, mas de alma, de espírito, enfim completamente. Há um paralelo entre esta passagem neotestamentária e o Antigo Testamento. Se encontra no 2º livro de Reis, capítulo 4.42,44. Vejamos: Um homem veio de Baal-Salisa, trazendo ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e espigas verdes no seu alforje. Eliseu disse: Dá ao povo, para que coma. Disse, porém, seu servo: Como hei de pôr isto diante de cem homens? Ao que tornou Eliseu: Dá-o ao povo, para que coma; porque assim diz o Senhor: Comerão e sobejará. Então lhos pôs diante; e comeram, e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor. Embora em proporções diferentes, é claro, (vinte pães para cem homens), encontramos aqui, o mesmo fato lamentável diante do qual Jesus também estava. Mas como Eliseu, Jesus também ordena que os seus discípulos, (no caso de Eliseu, o seu moço), dessem ao povo de comer, não obstante a pequena quantidade de víveres para um tão grande número de pessoas. Temos que ter cuidado, irmãos, pois a cegueira espiritual tem levado muitos de nós à ruína, em todos os sentidos. Temos deixado de ver as coisas com os olhos espirituais, para vê-las com os olhos naturais. A cegueira espiritual, leva ao medo, leva também à falta de fé. Se eu questioná-los sobre o que é fé, muitos revelarão, quase que com certeza, o texto de Hebreus 11,1: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. Amém por isso, mas fé é algo muito mais, é aceitar Deus como Ele se manifesta em sua Palavra, e aceitar sua Palavra como muito valiosa. Há um dito popular assim: a fé ri das impossibilidades, eu não sei de quem é a autoria, mas concordo que há muito sentido nisso. Não há nada impossível na vida daquele que tem fé. Deus tem recursos ilimitados para todos aqueles que Lhe obedecem, (Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra; Isaías 1,19). O medo de que não teremos algo insulta a Deus, que tem se revelado “Jeovah-Jireh”, ou seja, nosso Deus Provedor. Não sejamos como o moço de Eliseu, nem tampouco como os discípulos, devemos crer incondicionalmente, mesmo quando tudo diz que não. Creiamos que Deus é capaz de atender às nossas necessidades, mesmo quando nós não temos ideia de como o faremos. Tenhamos sempre em mente que Deus promete cuidar de seu povo mesmo em meio às crises. Isto também se aplica ao mundo espiritual; os recursos espirituais de Deus são ilimitados, mesmo em tempo de aridez espiritual, como, infelizmente, temos visto nestes dias. Não se espantem com o que vou dizer irmãos: Os discípulos foram hipócritas sim, e a Bíblia, não nos esconde nada. Revelou o pecado de Davi, de Salomão, revelou que Pedro negou a Cristo, entre muitas outras verdades, (a tua palavra é a verdade. João 17:17b). Eles, assim como Geazi, agiram de falsidade para com aquela multidão faminta. Na verdade, o sentimento que havia neles era medo. Lembram-se da causa de Jesus ter saída da Galiléia? Pois foi por isso mesmo: Eles temiam o fato recente da decapitação de João Batista, além disso, temiam a fúria de um povo numeroso e faminto, mas Jesus não, Ele se compadeceu deles, depois de ter curado a muitos, ainda os alimentou, Glória a Deus. O discurso deles até que era bonito: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer, (Mateus 14,15b), mas recheado de medo, e falsidade. O que realmente eles estavam querendo dizer era: “Jesus, manda essa gente embora, livre-nos deles, senão teremos problemas.” O medo, amados, nos cega ao ponto de não percebermos que estamos sendo falsos. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma desculpa para não se envolver com as pessoas que precisam dele. Mas a resposta de Jesus é fantástica: Eles não precisam ir embora. No versículo vinte e um, vemos que havia mulheres e crianças naquela multidão. E em um número considerável, por baixo, podemos dizer que estavam ali presentes, mais de trinta mil pessoas, pois mulheres e crianças não eram contadas à época. Quanto desamor da parte dos discípulos, não? Como eles, que já conviviam com o Senhor já Há algum tempo, poderiam imaginar que Ele despediria homens, mulheres e crianças famintos, à noite, caminhando em vão atrás de alimento, em lugares desertos e em pequenas vilas sem recursos? É sobre isso que Tiago nos fala: Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. (Tiago 2. 15,17). O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo em desamor. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma maneira de se livrar das pessoas e das coisas, complicadas, a nosso modo de ver, o mais rápido possível, sem realmente se importar como elas irão resolver os problemas mais imediatos que as afligem. Jesus combate essa atitude com uma resposta magnífica: “Dai-lhes vós mesmo de comer.” Ao invés de fixarem os olhos na solução (Jesus), os discípulos olharam para o problema (a fome da multidão). Ao invés de atentarem para os recursos ilimitados de Deus, (Jesus- O Pão que desceu do céu), olharam seus míseros cinco pães e dois peixes. Ao invés de olharem para a maravilhosa oportunidade de testemunhar do Grande Amor de Deus, olharam para seus próprios umbigos, preocupando-se consigo mesmos, com medo de se darem mal, ante uma multidão faminta. Isso se chama perda do foco. Sem perceber, eles estavam ofendendo ao Mestre, pois estavam diante de um grande problema, (aos olhos naturais), mas também estavam diante da solução desse mesmo problema, (visto pelos olhos espirituais). Mas por que eles agiram assim? Por causa do medo, e por consequência do medo, a incredulidade. Em outra passagem, Jesus adverte os discípulos, por não terem obtido êxito em expulsar um espírito mudo, dizendo: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos hei de suportar? Trazei-mo. E ele mesmo, expulsa o demônio. O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos perdendo o foco do cristianismo genuíno. O bonito discurso dos medrosos, não passa de uma manobra para deixar passar as oportunidades que surgem à nossa frente, de testemunharmos do amor, da bondade, e do poder de Deus.
Jesus combate esta atitude dizendo: “Trazei-mos aqui (os vossos poucos recursos eu multiplicarei.) E fará sobrar doze ou muitos mais cestos cheios.
O medo dos grandes desafios que Deus tem colocado à nossa frente nos leva à falsidade, ao desamor, à perda do foco do cristianismo verdadeiro, além de ofender a Deus, nosso provedor. Mas graças a Ele, Jesus sempre age em sentido contrário, fazendo-nos enfrentar as situações e nos incentivando a aproveitá-las para darmos testemunho do amor e do poder de Deus. Soli Deo Gloria.
Ao começarmos a ler este texto bíblico, algo de curioso nos vem à mente: Por que Jesus pegaria um barco e se retirara para um lugar deserto, imediatamente após a decapitação de João Batista? Teria ficado o Mestre temeroso com o que ocorrera? Claro que não. Ele retirou-se da Galiléia, não por temer a Herodes, mas sim, para evitar um conflito prematuro entre ambos, haja vista, Herodes já sabia da fama de Jesus. Além do mais, Sua morte ocorreria segundo a vontade e o plano de Deus, não pela vontade de um simples mortal. O medo, ao qual quero me referir, é no tocante aos discípulos de Jesus.
Não foi exatamente isso que estava ocorrendo aos discípulos? Além de outras coisas um tanto quanto asquerosas também, tais como: falsidade, desamor, perda do foco, incredulidade. Quando confiamos inteiramente no Senhor, falamos que Ele é o nosso pastor, e nada nos faltará, não podemos fazê-lo só de boca, mas de alma, de espírito, enfim completamente. Há um paralelo entre esta passagem neotestamentária e o Antigo Testamento. Se encontra no 2º livro de Reis, capítulo 4.42,44. Vejamos: Um homem veio de Baal-Salisa, trazendo ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e espigas verdes no seu alforje. Eliseu disse: Dá ao povo, para que coma. Disse, porém, seu servo: Como hei de pôr isto diante de cem homens? Ao que tornou Eliseu: Dá-o ao povo, para que coma; porque assim diz o Senhor: Comerão e sobejará. Então lhos pôs diante; e comeram, e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor. Embora em proporções diferentes, é claro, (vinte pães para cem homens), encontramos aqui, o mesmo fato lamentável diante do qual Jesus também estava. Mas como Eliseu, Jesus também ordena que os seus discípulos, (no caso de Eliseu, o seu moço), dessem ao povo de comer, não obstante a pequena quantidade de víveres para um tão grande número de pessoas. Temos que ter cuidado, irmãos, pois a cegueira espiritual tem levado muitos de nós à ruína, em todos os sentidos. Temos deixado de ver as coisas com os olhos espirituais, para vê-las com os olhos naturais. A cegueira espiritual, leva ao medo, leva também à falta de fé. Se eu questioná-los sobre o que é fé, muitos revelarão, quase que com certeza, o texto de Hebreus 11,1: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. Amém por isso, mas fé é algo muito mais, é aceitar Deus como Ele se manifesta em sua Palavra, e aceitar sua Palavra como muito valiosa. Há um dito popular assim: a fé ri das impossibilidades, eu não sei de quem é a autoria, mas concordo que há muito sentido nisso. Não há nada impossível na vida daquele que tem fé. Deus tem recursos ilimitados para todos aqueles que Lhe obedecem, (Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra; Isaías 1,19). O medo de que não teremos algo insulta a Deus, que tem se revelado “Jeovah-Jireh”, ou seja, nosso Deus Provedor. Não sejamos como o moço de Eliseu, nem tampouco como os discípulos, devemos crer incondicionalmente, mesmo quando tudo diz que não. Creiamos que Deus é capaz de atender às nossas necessidades, mesmo quando nós não temos ideia de como o faremos. Tenhamos sempre em mente que Deus promete cuidar de seu povo mesmo em meio às crises. Isto também se aplica ao mundo espiritual; os recursos espirituais de Deus são ilimitados, mesmo em tempo de aridez espiritual, como, infelizmente, temos visto nestes dias. Não se espantem com o que vou dizer irmãos: Os discípulos foram hipócritas sim, e a Bíblia, não nos esconde nada. Revelou o pecado de Davi, de Salomão, revelou que Pedro negou a Cristo, entre muitas outras verdades, (a tua palavra é a verdade. João 17:17b). Eles, assim como Geazi, agiram de falsidade para com aquela multidão faminta. Na verdade, o sentimento que havia neles era medo. Lembram-se da causa de Jesus ter saída da Galiléia? Pois foi por isso mesmo: Eles temiam o fato recente da decapitação de João Batista, além disso, temiam a fúria de um povo numeroso e faminto, mas Jesus não, Ele se compadeceu deles, depois de ter curado a muitos, ainda os alimentou, Glória a Deus. O discurso deles até que era bonito: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer, (Mateus 14,15b), mas recheado de medo, e falsidade. O que realmente eles estavam querendo dizer era: “Jesus, manda essa gente embora, livre-nos deles, senão teremos problemas.” O medo, amados, nos cega ao ponto de não percebermos que estamos sendo falsos. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma desculpa para não se envolver com as pessoas que precisam dele. Mas a resposta de Jesus é fantástica: Eles não precisam ir embora. No versículo vinte e um, vemos que havia mulheres e crianças naquela multidão. E em um número considerável, por baixo, podemos dizer que estavam ali presentes, mais de trinta mil pessoas, pois mulheres e crianças não eram contadas à época. Quanto desamor da parte dos discípulos, não? Como eles, que já conviviam com o Senhor já Há algum tempo, poderiam imaginar que Ele despediria homens, mulheres e crianças famintos, à noite, caminhando em vão atrás de alimento, em lugares desertos e em pequenas vilas sem recursos? É sobre isso que Tiago nos fala: Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. (Tiago 2. 15,17). O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo em desamor. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma maneira de se livrar das pessoas e das coisas, complicadas, a nosso modo de ver, o mais rápido possível, sem realmente se importar como elas irão resolver os problemas mais imediatos que as afligem. Jesus combate essa atitude com uma resposta magnífica: “Dai-lhes vós mesmo de comer.” Ao invés de fixarem os olhos na solução (Jesus), os discípulos olharam para o problema (a fome da multidão). Ao invés de atentarem para os recursos ilimitados de Deus, (Jesus- O Pão que desceu do céu), olharam seus míseros cinco pães e dois peixes. Ao invés de olharem para a maravilhosa oportunidade de testemunhar do Grande Amor de Deus, olharam para seus próprios umbigos, preocupando-se consigo mesmos, com medo de se darem mal, ante uma multidão faminta. Isso se chama perda do foco. Sem perceber, eles estavam ofendendo ao Mestre, pois estavam diante de um grande problema, (aos olhos naturais), mas também estavam diante da solução desse mesmo problema, (visto pelos olhos espirituais). Mas por que eles agiram assim? Por causa do medo, e por consequência do medo, a incredulidade. Em outra passagem, Jesus adverte os discípulos, por não terem obtido êxito em expulsar um espírito mudo, dizendo: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos hei de suportar? Trazei-mo. E ele mesmo, expulsa o demônio. O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos perdendo o foco do cristianismo genuíno. O bonito discurso dos medrosos, não passa de uma manobra para deixar passar as oportunidades que surgem à nossa frente, de testemunharmos do amor, da bondade, e do poder de Deus.
Jesus combate esta atitude dizendo: “Trazei-mos aqui (os vossos poucos recursos eu multiplicarei.) E fará sobrar doze ou muitos mais cestos cheios.
O medo dos grandes desafios que Deus tem colocado à nossa frente nos leva à falsidade, ao desamor, à perda do foco do cristianismo verdadeiro, além de ofender a Deus, nosso provedor. Mas graças a Ele, Jesus sempre age em sentido contrário, fazendo-nos enfrentar as situações e nos incentivando a aproveitá-las para darmos testemunho do amor e do poder de Deus. Soli Deo Gloria.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
O Poder da Intercessão.
Há três ministérios para os quais fomos chamados: Adoração, Intercessão e Testemunho. A maioria de nós tem praticado o primeiro e o último. Há falta, contudo, de genuína intercessão. Interceder significa literalmente "interpor-se", "colocar-se entre". É se colocar entre satanás e a sua força de destruição e aquele a quem ele quer destruir, e livrar o oprimido. É colocar-se entre Deus e alguém que carece do favor divino, e clamar por libertação. É se por na brecha do muro em prol daqueles pelos quais Cristo derramou o seu preciosíssimo sangue, e clamar para que a graça de Deus os alcance... Interceder é gastar horas a sós na presença de Deus em fervente oração, em prol de alguém ou de alguma causa. Há na Bíblia registros de intercessões maravilhosas, como por exemplo a de Abrão quando o Senhor estava para destruir as cidades de Sodoma e Gomorra (Gn. 18.22,33); Moisés clamou e Deus mudou os Seus desígnios para com o povo, retirando o mal que dissera havia de fazer (Êx. 32.11,14); no dia seguinte, novamente Moisés intercedeu com profundidade de alma: "Agora, pois perdoa-lhes o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste." (Êx. 32.30,35). O salmo 106,23 testifica sobre o resultado destas intercessões de Moisés dizendo: "Tê-los-ia exterminado, como dissera, se Moisés, seu escolhido, não se houvesse interposto, impedindo que sua cólera os destruísse."
O maior exemplo contudo é o do Senhor Jesus que "pelos transgressores intercedeu" (Is. 53,12 – Mc. 15,28 – Lc. 22,37). Intercedeu por Pedro (Lc. 22.31,32). Pelos seus escolhidos, na oração sacerdotal (João 17). Jesus gastou apenas três anos e meio no exercício do seu ministério público entre os homens, e já há quase dois mil anos "está à direita de Deus" a interceder por nós (Rm. 8,34) e "pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles." (Hb. 7,25). Soli Deo Gloria!
O maior exemplo contudo é o do Senhor Jesus que "pelos transgressores intercedeu" (Is. 53,12 – Mc. 15,28 – Lc. 22,37). Intercedeu por Pedro (Lc. 22.31,32). Pelos seus escolhidos, na oração sacerdotal (João 17). Jesus gastou apenas três anos e meio no exercício do seu ministério público entre os homens, e já há quase dois mil anos "está à direita de Deus" a interceder por nós (Rm. 8,34) e "pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles." (Hb. 7,25). Soli Deo Gloria!
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